domingo, 12 de abril de 2009
NÃO PENSA!
NÃO PENSA!
Quando um sonho bater em tua porta, pensa bem...
Pode até ser que não seja um sonho. Mas pode ser
o último sonho de tua vida.
Quando um anjo bater em tua porta, pensa bem...
Pode até ser que não seja um anjo. Mas pode ser
o único anjo em tua vida.
Quando a brisa beijar a tua face, pensa bem...
Pode até ser que nem seja a brisa. Mas pode ser
o último beijo de uma brisa.
Quando o amor bater na porta de teu coração,
pensa bem... Pode até ser que não seja o amor.
Mas pode ser o único amor de tua vida.
Quando sentires que tu queres entrar em tua vida,
não pensa! Pode ser um sonho, um anjo, um amor
ou, quem sabe, tão somente o beijo de uma brisa.
Mas não pensa! Abra a porta e deixa teu Eu entrar
rompendo as velhas trancas de tua entrada proibida.
Porque esta deve ser a última vez que Deus tenta
entrar para sempre em tua vida...
Julis Calderón & Afonso Estebanez
Quando um sonho bater em tua porta, pensa bem...
Pode até ser que não seja um sonho. Mas pode ser
o último sonho de tua vida.
Quando um anjo bater em tua porta, pensa bem...
Pode até ser que não seja um anjo. Mas pode ser
o único anjo em tua vida.
Quando a brisa beijar a tua face, pensa bem...
Pode até ser que nem seja a brisa. Mas pode ser
o último beijo de uma brisa.
Quando o amor bater na porta de teu coração,
pensa bem... Pode até ser que não seja o amor.
Mas pode ser o único amor de tua vida.
Quando sentires que tu queres entrar em tua vida,
não pensa! Pode ser um sonho, um anjo, um amor
ou, quem sabe, tão somente o beijo de uma brisa.
Mas não pensa! Abra a porta e deixa teu Eu entrar
rompendo as velhas trancas de tua entrada proibida.
Porque esta deve ser a última vez que Deus tenta
entrar para sempre em tua vida...
Julis Calderón & Afonso Estebanez
DOIS AMORES E UM AMOR
DOIS AMORES E UM AMOR
É apenas mais um ato que termina
cada dia que passa em minha vida
na ribalta do amor que me fascina
onde não há partir nem despedida.
É sabido que eu vivo dois amores
que só vivem do amor indivisível
deste favo de mel de dois sabores
repartido num quântico plausível.
E vivo desse amor feito de calma
da vida calma que só eu suponho
como suponho que viver da alma
seja vida na alma de outro sonho.
Na ribalta do amor que te fascina
onde não há mais hora de partida
é apenas como o dia que termina
cada noite que passa em tua vida.
Afonso Estebanez
(Poema dedicado à notável articulista
da fraternidade virtual Eva Almeida -
“Eva Ama Dois”)
É apenas mais um ato que termina
cada dia que passa em minha vida
na ribalta do amor que me fascina
onde não há partir nem despedida.
É sabido que eu vivo dois amores
que só vivem do amor indivisível
deste favo de mel de dois sabores
repartido num quântico plausível.
E vivo desse amor feito de calma
da vida calma que só eu suponho
como suponho que viver da alma
seja vida na alma de outro sonho.
Na ribalta do amor que te fascina
onde não há mais hora de partida
é apenas como o dia que termina
cada noite que passa em tua vida.
Afonso Estebanez
(Poema dedicado à notável articulista
da fraternidade virtual Eva Almeida -
“Eva Ama Dois”)
SONETO DO AMOR CATIVO
SONETO DO AMOR CATIVO
Quantas vezes, querida, apenas desejei
sonhar para viver do sonho que não tive
por falta de razão em tudo o que sonhei
vivendo por capricho onde jamais estive.
Querida! Quantas vezes eu então tentei,
mas nunca consegui viver como se vive
despertado do sonho que não despertei
como o teu pássaro cativo, mesmo livre.
E vão entardecendo nossas esperanças
num funeral tardio de letais lembranças,
a despeito da vida que ainda pulsa nele.
E não me doa mais o amor de cativeiro:
se este sonho ficar, seja ele derradeiro.
E se ficar o amor, eu vou ficar com ele!
Afonso Estebanez
(Dedicado à notável poetisa
Marisa Pasternak “Anjopoesia”)
Quantas vezes, querida, apenas desejei
sonhar para viver do sonho que não tive
por falta de razão em tudo o que sonhei
vivendo por capricho onde jamais estive.
Querida! Quantas vezes eu então tentei,
mas nunca consegui viver como se vive
despertado do sonho que não despertei
como o teu pássaro cativo, mesmo livre.
E vão entardecendo nossas esperanças
num funeral tardio de letais lembranças,
a despeito da vida que ainda pulsa nele.
E não me doa mais o amor de cativeiro:
se este sonho ficar, seja ele derradeiro.
E se ficar o amor, eu vou ficar com ele!
Afonso Estebanez
(Dedicado à notável poetisa
Marisa Pasternak “Anjopoesia”)
Saudade de ti...
Saudade de ti...
mudei o gosto
mudei a idade
mudei o rosto
da identidade
mudei de teto
troquei de rua
fui para perto
do fim da lua
mudei o amor
dentro de mim
troquei de flor
do meu jardim
troquei de tudo
mudo eu fiquei
só por vaidade
só não troquei
foi de saudade
Afonso Estebanez
(Dedicado com carinho à amiga
Maria do Carmo Mara)
mudei o gosto
mudei a idade
mudei o rosto
da identidade
mudei de teto
troquei de rua
fui para perto
do fim da lua
mudei o amor
dentro de mim
troquei de flor
do meu jardim
troquei de tudo
mudo eu fiquei
só por vaidade
só não troquei
foi de saudade
Afonso Estebanez
(Dedicado com carinho à amiga
Maria do Carmo Mara)
segunda-feira, 6 de abril de 2009
TUDO MENTIRA
TUDO MENTIRA
Eu não fico de mal com minhas rosas
pois que é tudo mentira dos espinhos
que há na intriga das flores invejosas
das urtigas que beiram
meus carinhos.
É meu fado entre as flores amorosas
cuidar que os desencantos do jardim
reencantem-se das flores generosas
do canteiro de rosas
que há em mim.
Tudo mentira, as urzes são formosas
se como as rosas são compadecidas
da flor entre as escarpas pedregosas
do deserto de amor
de nossas vidas.
Afonso Estebanez
(Dedicado à minha querida e doce irmã
Vera Lúcia Stael Paris – Ver@ P@ris)
Eu não fico de mal com minhas rosas
pois que é tudo mentira dos espinhos
que há na intriga das flores invejosas
das urtigas que beiram
meus carinhos.
É meu fado entre as flores amorosas
cuidar que os desencantos do jardim
reencantem-se das flores generosas
do canteiro de rosas
que há em mim.
Tudo mentira, as urzes são formosas
se como as rosas são compadecidas
da flor entre as escarpas pedregosas
do deserto de amor
de nossas vidas.
Afonso Estebanez
(Dedicado à minha querida e doce irmã
Vera Lúcia Stael Paris – Ver@ P@ris)
segunda-feira, 30 de março de 2009
OITAVA ROSA DE SAROM
OITAVA ROSA DE SAROM
É preciso enxergar com a visão da aurora
os canteiros de luz nos olhos da alvorada
e crer que as rosas estão lá antes da hora
como servas das antecâmaras da amada.
É preciso convir que não existe o outrora
que rosas sempre têm a brisa perfumada
no topo do futuro que foi sempre o agora
como o êxtase da primavera despertada.
Rosas são infinitas como é a minha fome
do amor eterno que me vive tão profundo
que já nem pode me deixar sem padecer.
Eu vivo pela dor que meu amor consome
na luz de minhas rosas únicas no mundo
que me resgatarão da morte se morrer...
Afonso Estebanez
É preciso enxergar com a visão da aurora
os canteiros de luz nos olhos da alvorada
e crer que as rosas estão lá antes da hora
como servas das antecâmaras da amada.
É preciso convir que não existe o outrora
que rosas sempre têm a brisa perfumada
no topo do futuro que foi sempre o agora
como o êxtase da primavera despertada.
Rosas são infinitas como é a minha fome
do amor eterno que me vive tão profundo
que já nem pode me deixar sem padecer.
Eu vivo pela dor que meu amor consome
na luz de minhas rosas únicas no mundo
que me resgatarão da morte se morrer...
Afonso Estebanez
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