terça-feira, 14 de abril de 2009
MEU PLANETA HABITÁVEL
MEU PLANETA HABITÁVEL
Pelo menos uma vez na vida
permito que meu coração avesso
seja o único planeta habitável
da via-láctea farta de mim...
Deixo encostado o portão do meu jardim
e entro em casa pelos fundos de minha alma
para não sujar o tapete da porta de entrada
preparado para quando chegar a primavera...
Todo amor começa com a espera...
E enquanto você não chega,
faço do instante mais eterno
o mais breve momento
de você chegar...
Não importa se demorar...
A certeza me é o bastante
e você me vem em pensamento
antes mesmo de chegar...
Afonso Estebanez
(Dedicado à minha notável
amiga La Bianchi – “Bia”)
Pelo menos uma vez na vida
permito que meu coração avesso
seja o único planeta habitável
da via-láctea farta de mim...
Deixo encostado o portão do meu jardim
e entro em casa pelos fundos de minha alma
para não sujar o tapete da porta de entrada
preparado para quando chegar a primavera...
Todo amor começa com a espera...
E enquanto você não chega,
faço do instante mais eterno
o mais breve momento
de você chegar...
Não importa se demorar...
A certeza me é o bastante
e você me vem em pensamento
antes mesmo de chegar...
Afonso Estebanez
(Dedicado à minha notável
amiga La Bianchi – “Bia”)
segunda-feira, 13 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
RESSURREIÇÃO DE MIM...
RESSURREIÇÃO DE MIM...
Quando menino – a vida em preto e branco –
eu era tão humilde que acabava brigando com o Natal,
com a Páscoa e, às-vezes-quase-sempre, até com o dia
do meu aniversário...
Então eu acabei optando por fazer de todos os dias
de minha vida o meu Dia de Papai Noel...
Como não posso distribuir presentes nem chocolates
para todos os encantadores de meu inquieto coração,
distribuo-lhes poemas...
O que hoje faz de mim o primeiro da fila
no dia de ganhar algum presente do amor
que eu tenho pela vida...
Afonso Estebanez
(A todos os encantadores de minha
página – Páscoa de 2009)
Quando menino – a vida em preto e branco –
eu era tão humilde que acabava brigando com o Natal,
com a Páscoa e, às-vezes-quase-sempre, até com o dia
do meu aniversário...
Então eu acabei optando por fazer de todos os dias
de minha vida o meu Dia de Papai Noel...
Como não posso distribuir presentes nem chocolates
para todos os encantadores de meu inquieto coração,
distribuo-lhes poemas...
O que hoje faz de mim o primeiro da fila
no dia de ganhar algum presente do amor
que eu tenho pela vida...
Afonso Estebanez
(A todos os encantadores de minha
página – Páscoa de 2009)
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